
Luanda, 04 set (Lusa) – A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) repudiou hoje as supostas insinuações de inconstitucionalidade e ilegalidade lançadas pelos partidos UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA e a coligação CNE sobre as eleições gerais de 23 de agosto.
A posição foi hoje manifestada pelo presidente da CNE, André da Silva Neto, em resposta à declaração conjunta divulgada no domingo pelos lÃderes da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), IsaÃas Samakuva, da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Abel Chivukuvuku, do Partido da Renovação Social (PRS), Benedito Daniel, e da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Lucas Ngonda, que consideraram inconstitucional e ilegal o processo eleitoral angolano.
Os partidos concorrentes referiram várias irregularidades, nomeadamente o alegado desaparecimento de urnas e votos, o surgimento de novas urnas, que a CNE diz não terem sido evocadas em momento algum pelos delegados de lista e mandatários dos partidos, pelo que “são descabidas, extemporâneas e destituÃdas de fundamento, por não assentarem em elementos probatórios credÃveis”.



