
Londres, 17 jul (Lusa) – A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que as dificuldades financeiras da companhia aérea Emirates foram uma das razões para a redução do número de voos para Luanda, para além dos obstáculos ao repatriamento dos lucros.
“Depois de anos de expansão relativamente rápida, a Emirates está a ter de se adaptar a condições de mercado mais difíceis, refletindo fatores como a redução do poder de compra regional, por causa dos preços baixos do petróleo, e as restrições nos voos para os Estados Unidos”, escrevem os analistas da revista britânica The Economist.
Numa nota enviada aos investidores, e a que a Lusa teve acesso, a unidade de análise económica da revista lembra que “em 2016 a Emirates apresentou a sua primeira queda nos lucros anuais desde 2012, e adotou um conjunto de medidas para aumentar a despesa” e conclui que “este é um dos fatores da decisão de Emirates de reduzir o número de voos semanais entre Dubai e Luanda”.
