Lisboa, 06 jul (Lusa) – As três associações de clientes lesados com produtos financeiros adquiridos aos balcões do BES e do Banif hoje ouvidas no parlamento criticaram a sua exclusão da proposta de lei que visa viabilizar uma solução para esta situação.
A primeira audição nos trabalhos de hoje da Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa (COFMA) coube à Associação de Defesa dos Clientes Bancários (ABESD), que contou com António Borges como porta-voz.
O responsável revelou que a entidade, criada em julho de 2014, ainda antes da resolução do Banco Espírito Santo (BES) – quando já se adivinhavam problemas no banco – conta com cerca de 110 associados, com idades entre os 45 e os 70 anos, alguns emigrantes e outros residentes em Portugal, com investimentos em papel comercial e outras aplicações financeiras do Grupo Espírito Santo (GES) na ordem dos 50 milhões de euros.
