Lisboa, 06 jul (Lusa) – O primeiro-ministro em exercício defendeu hoje que “as cativações são um instrumento de execução orçamental” e considerou “muito curioso” ouvir críticas sobre o cumprimento do objetivo orçamental por parte dos que “foram incapazes” de o fazer.
“As cativações são um instrumento de execução orçamental. Acho, aliás, muito curioso que as mesmas pessoas que foram incapazes de cumprir qualquer objetivo orçamental se queixem agora de o Governo ter finalmente cumprido esse objetivo orçamental”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, que esta semana assume a chefia do Governo, durante a ausência do país do primeiro-ministro, António Costa, em gozo de férias.
O governante respondia assim a críticas do presidente do PSD e ex-primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que contestou a possibilidade de o Governo ter cortado, com cativações, cerca de mil milhões de euros em 2016 sem tocar na saúde, na educação, na defesa ou na administração interna.



