
Lisboa, 28 jun (Lusa) – O presidente do Conselho Geral Independente (CGI) da RTP afirmou hoje que “não há interferência do poder político” na empresa e que a modalidade de escolha da nova administração só será definida depois da entrada dos novos membros.
António Feijó, que falava à Lusa à margem da audição do órgão na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, disse que, tendo feito o CGI “uma série de linhas de orientação estratégicas, pode trabalhar com um Conselho de Administração que fez um Projeto Estratégico adequado a essas linhas e tem posto isso em prática com um plano que é consistente”, o que é um dos fatores de estabilidade.
“Uma posição que anunciámos de início é que o interesse ótimo da empresa é o nosso critério de avaliação” e “nós constatámos que o Conselho de Administração também se rege por isso”, pelo que a “partilha de um projeto estratégico comum torna a empresa neste momento estável”, adiantou o presidente do órgão supervisor do Conselho de Administração da RTP.
