
Lisboa, 12 abr (lusa) — O ministro das Finanças, Mário Centeno, disse hoje acreditar que não haverá impacto no défice público e na dívida nos “primeiros tempos” após a venda do Novo Banco, devido à existência de “uma almofada de capital”.
No entanto, Centeno admite essa “contingência” e que ela será avaliada anualmente aquando da preparação do Orçamento do Estado.
O governante falava durante uma audição na Comissão de Orçamento e Finanças sobre o negócio da venda do Novo Banco e quando questionado pela deputada do CDS, Cecília Meireles, sobre “qual o impacto previsível na dívida e no défice” da operação.



