
Lisboa, 08 abr (Lusa) — A defesa do vice-presidente de Angola Manuel Vicente nega que o arguido da ‘operação Fizz’ se tenha recusado a vir a Portugal prestar esclarecimentos no processo, como é indicado no despacho do Ministério Público.
“A defesa de Manuel Vicente desmente que o vice-presidente de Angola se tenha negado a vir a Portugal”, indica uma nota do advogado Rui PatrÃcio, enviada hoje à agência Lusa.
No despacho prévio de acusação, o MP refere que não foi possÃvel notificar o arguido Manuel Vicente, acusado de corromper o ex-procurador português Orlando Figueira, para “constituição como arguido e respetivo interrogatório, uma vez que, pese embora tenho sido expedida a competente carta rogatória” à s autoridades judiciárias angolanas, “a resposta foi no sentido de não existir nenhuma possibilidade” de esta ser cumprida.



