
Maia, Porto, 14 mar (Lusa) — O presidente do conselho de administração da Sakthi Portugal, na Maia, admitiu hoje a ocorrência em novembro passado de um caso de “doença dos legionários” num colaborador da empresa e a deteção em fevereiro daquela bactéria numa torre de refrigeração.
Em declarações aos jornalistas na sequência da revelação, na segunda-feira, pela Direção-Geral de Saúde (CGS), de um caso confirmado de “doença dos legionários” numa fábrica na Maia, Jorge Feshc disse que a doença do colaborador – provocada pela bactéria ‘legionella pneumophila’ — foi diagnosticada pela equipa médica da empresa em novembro, estando o trabalhador neste momento “recuperado”.
Desde então, assegurou, a empresa “reforçou” os procedimentos que já vinha cumprindo “há muito tempo” para “prevenir várias eventualidades”, mas as análises efetuadas “por empresas acreditadas” à s várias torres de refrigeração sempre se revelaram negativas, não tendo o caso sido reportado à DGS ou à Inspeção-Geral do Ambiente.



