
Hanói, 06 mar (Lusa) — O advogado de uma das mulheres acusadas de envenenar Kim Jong Nam, meio-irmão do líder norte-coreano, disse que há lacunas graves no caso e pede uma segunda autópsia.
Numa entrevista à edição online do jornal estatal Zing, o advogado Selvam Shanmugam afirmou que as alegações de que Kim Jong Nam tinha graves problemas de saúde devem ser motivo para a realização de uma nova autópsia.
Kim Jong Nam morreu em 13 de fevereiro, depois de ter sido alegadamente envenenado no aeroporto de Kuala Lumpur e, até à data, duas mulheres — uma vietnamita (Doan Thi Huong) e outra indonésia (Doan Thi Huong) – foram presas e acusadas de homicídio.
